Aracaju será a capital da diversidade com a 24ª Parada LGBTQIAPN+ de Sergipe
- 1 de set. de 2025
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Neste domingo, 31 de agosto, a partir das 13h, a Orla de Atalaia, em Aracaju, será palco da 24ª edição da Parada LGBTQIAPN+ de Sergipe, que este ano traz o tema “Envelhecer é resistir”. O evento visa destacar a luta por direitos e políticas públicas que acolham todas as gerações da comunidade LGBTQIA+.
Organização e apoio sindicais
A ação é organizada pela ASTRA Direitos Humanos e Cidadania LGBT, com apoio da CUT/SE e do Sindicato dos Bancários. A ampla rede organizadora inclui dezenas de entidades, movimentos sociais e coletivos que atuam na defesa dos direitos humanos e na garantia da dignidade da população LGBTQIA+ em Sergipe.
Resistência de todas as idades
O presidente da Associação Dialogay e diretor da CUT-SE, Paulo Lira, reforça o chamado à participação:
“Vamos colorir as ruas e mostrar que nossa luta é por todas as gerações! ... Chegar à velhice sendo LGBTQIA+ é enfrentar barreiras sociais e familiares. Resistimos ao apagamento... Resistimos porque queremos viver todas as fases da vida com dignidade, amor e respeito!”.
Além da celebração da diversidade, a Parada assume também um caráter político, reconhecendo e homenageando o percurso daqueles que enfrentaram silenciamentos, preconceitos e invisibilização social ao longo das décadas.
Mobilização e visibilidade
Durante a semana que antecedeu o evento, militantes distribuíram panfletos no Calçadão da João Pessoa, em Aracaju, para convidar a população e sensibilizar sobre a realidade das pessoas LGBTQIA+ idosas. A expectativa é mobilizar milhares de participantes, marcando a Orla com cor, música, cultura e — acima de tudo — uma mensagem de resistência intergeracional.
Dimensão sindical e política
A participação da CUT/SE e de sindicatos regionais reforça o vínculo entre o movimento sindical e a luta por igualdade social. A Parada LGBTQIAPN+ não é apenas uma festa, mas também um espaço de mobilização social, fortalecimento de políticas públicas inclusivas e valorização de trajetórias de resistência. Para a Fetam-SP e outras entidades sindicais, eventos como esse são importantes para ampliar visibilidade, apoio e participação da classe trabalhadora LGBTQIA+ em suas bases.





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